7 de fevereiro de 2015 – 7:31 | Sem comentários

Olá Crianças,
Para mim o ano começou ontem. Após um longo período de uma tortura mental, psicológica e financeira, meu ano começou…
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Paraty

Escrito por em 16 de agosto de 2014 – 19:13

paraty

Ruas de pé-de-moleque entre os casebres
Testemunhas silenciosas de uma passado de dor, lágrimas e sofrimento
Fechando os olhos podemos ouvi-las sussurrar
São cantos, preces e lamentos que o tempo não pode apagar

No batuque à beira da fogueira
O canto da mãe Africa ecoa na noite fria
No gingado compassado, breves momentos de alegria
Quando a maré subir, jogue uma rosa para Iemanjá
Leve nossa dor e traga sorriso, ó minha rainha do mar!

Tantos anos se passaram, tantas vozes se calaram
Em cada parede, em cada pedra, memórias estão guardadas
Basta um toque e podemos senti-las
Uma doce voz, soando como melodia
Pede que toda essa história jamais seja esquecida

Preto velho já se foi
Mas volta sempre que precisar para contar seus causos
Se emocionar e ensinar que a vida é única
Pisar nesse chão, não!

Encravado em cada parede há centenas de histórias
Encontros e desencontros que quis assim a providência
Há quem diga que ali ainda estão
Se prestar atenção, poderá até vê-los
Juntos, novamente, a dançar ciranda até o sol raiar.

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